Remanescentes da última conquista, trio pode conquistar Amador pelo Celeste após 22 anos
- 13/09/2023
22 anos se passaram desde a última conquista, e eles
voltaram a vestir a camisa azul celeste. Juca, Caio e Kuka, como são conhecidos
Emerson Radaelli, Carlos Varnier e Jair Pereira respectivamente, formam um trio
histórico que fez parte do título de 2001 em cima do Água Verde no Amador e que
agora compõe o elenco finalista de mais um campeonato com a chance de erguer
mais um troféu pela equipe do Celeste.
O ano era 2001. Caio tinha apenas 16 anos de idade, mas já
fazia parte de um elenco que marcou a história da comunidade da Vila Celeste:
“o Celeste vinha de um jejum muito grande de títulos e chegamos à final para
enfrentar o Água Verde, de Moreninha. Os dois times eram muito bons, haviam
jogadores de outros municípios disputando a competição nos dois lados”, afirma
o hoje meia armador.
Kuka também ressalta o quanto o nível técnico era alto,
novamente ressaltando a participação de jogadores intermunicipais no
campeonato: “haviam muitos jogadores de fora naquela época, os clubes podiam
contratar quantos eles queriam, então o campeonato era muito forte e muito
disputado.” O atacante comenta que jogava também para o aspirante naquela
temporada: “era permitido jogar as duas categorias (Aspirante e Livre). Como o
Aspirante caiu fora, fui chamado para o titular e pude jogar a final”.
Juca também disputou as duas categorias naquela
oportunidade: “havia a chamada ‘ficha dupla’ na época, podíamos jogar tanto no
Aspirante quanto no titular (Livre). O técnico do time principal era o
professor Marafon, que sempre que precisava nos chamava para integrar o elenco
e disputar os jogos. Nossa equipe era muito forte e compacta, mesclando nós, a
juventude, com a experiência. Tínhamos nomes como Sandro Barth, Kullmann que
depois chegou a jogar profissionalmente, Tigrinho, Jaiminho Varnier, entre outros”,
comenta o atacante.
O TÍTULO
O Celeste se sagrou campeão em cima do Água Verde. A
primeira de duas partidas na grande decisão aconteceu na Vila, onde os donos da
casa saíram atrás do placar. Mas, um dos integrantes do ‘trio remanescente’,
saiu do banco para empatar no fim.
Kuka foi o herói daquele jogo: “o técnico Marafon me chamou,
eu entrei na partida e tive a oportunidade de fazer o gol de empate aos
quarenta minutos do segundo tempo, o que nos deixou vivos para a volta”, disse
ele.
Na segunda partida, vitória do Celeste por 0x1 em Moreninha
com gol de Tigrinho e título para encerrar o jejum.
PASSADO/PRESENTE
Se há mais de 20 anos eles eram apenas garotos, hoje entram
no grupo dos experientes do elenco. Quis o destino - e a bela campanha feita
pelo Celeste - que em 2023 o trio campeão voltasse a estar junto disputando uma
final de Amador.
Para Kuka, estar vivendo isso é motivo de orgulho: “Hoje
após 22 anos estou de volta à mais uma final com o Celeste, podendo erguer mais
uma taça pela comunidade onde sempre morei, sempre ajudei de todas as formas
possíveis, como jogador e como dirigente. É com muito orgulho que faço parte
mais uma vez dessa equipe de amigos, de guerreiros, o nosso time não era nem
cotado a se classificar para as semifinais mas nós jogadores sabíamos o que
queríamos e sempre acreditamos em nosso elenco, em nossos jogadores, na nossa
imensa torcida que é simplesmente maravilhosa. Espero que sejamos campeões por
tudo o que fizemos até aqui, é emocionante estar na final novamente”.
Juca também sempre foi de Vila Celeste e para ele, o
sentimento de defender o clube de coração é único: “me sinto orgulhoso de estar
em mais uma decisão. Nasci na Vila Celeste e cresci com muitos dos jogadores
com quem divido o vestiário hoje, é emocionante. Esse time de 2023 se assemelha
muito ao nosso de 2001, mesclando experiência e juventude. Nossa união começa
na reza antes de cada jogo, com determinação, garra e vontade, isso conta
muito. Independente do resultado, somos campeões por toda a dedicação da
diretoria, do nosso atleta Renan Grasseli que puxou a frente na hora de montar
a equipe desta temporada, além de ser um jogador exemplar e um dos melhores que
temos.”
Caio exaltou a torcida do Celeste, e afirma que o clube
chega à decisão com muito desejo de ser campeão: “após o Amador em 2001, também
vencemos o Varzeano em 2006, desde então não conquistamos mais nada com a
equipe titular. Claro que em muitas oportunidades, o Celeste não participou de
alguns campeonatos, mas em resumo, foram apenas dois títulos nos últimos 22
anos. Perdemos também nesse periodo algumas finais, o que aumenta ainda mais o
desejo de sermos campeões neste ano. O Real tem um grande time e respeitamos
isso, tem seus méritos de chegar à final com jogadores que seriam titulares em
qualquer clube da região. Mas queremos dar esse troféu para a nossa torcida,
que é apaixonada e merece todas as alegrias.”
Caio ainda agradeceu aos que ajudaram a equipe com recursos
financeiros: “somos de uma comunidade humilde, montamos um time no intuito de
promover o esporte na comunidade, os recursos financeiros eram pequenos e
somente foi possível dar continuidade no projeto com ajuda de vários
patrocinadores, gostaria aqui em nome da equipe, de agradecê-los publicamente
pela força.”
FINAIS
Os dois jogos da decisão serão ainda em setembro. O
primeiro, em São Roque, acontece no dia 17 e o segundo, na Vila, dia 24, ambos
às 15h15.
FINAL - Ida
17/09 - Domingo - Estádio Municipal São Roque
15h15: Real x Celeste
FINAL – Volta
24/09 - Domingo - Estádio Municipal de Vila Celeste
15h15: Celeste x Real
Com Inf/foto: SH Esportes
O ano era 2001. Caio tinha apenas 16 anos de idade, mas já
fazia parte de um elenco que marcou a história da comunidade da Vila Celeste:
“o Celeste vinha de um jejum muito grande de títulos e chegamos à final para
enfrentar o Água Verde, de Moreninha. Os dois times eram muito bons, haviam
jogadores de outros municípios disputando a competição nos dois lados”, afirma
o hoje meia armador.
Kuka também ressalta o quanto o nível técnico era alto,
novamente ressaltando a participação de jogadores intermunicipais no
campeonato: “haviam muitos jogadores de fora naquela época, os clubes podiam
contratar quantos eles queriam, então o campeonato era muito forte e muito
disputado.” O atacante comenta que jogava também para o aspirante naquela
temporada: “era permitido jogar as duas categorias (Aspirante e Livre). Como o
Aspirante caiu fora, fui chamado para o titular e pude jogar a final”.
Juca também disputou as duas categorias naquela
oportunidade: “havia a chamada ‘ficha dupla’ na época, podíamos jogar tanto no
Aspirante quanto no titular (Livre). O técnico do time principal era o
professor Marafon, que sempre que precisava nos chamava para integrar o elenco
e disputar os jogos. Nossa equipe era muito forte e compacta, mesclando nós, a
juventude, com a experiência. Tínhamos nomes como Sandro Barth, Kullmann que
depois chegou a jogar profissionalmente, Tigrinho, Jaiminho Varnier, entre outros”,
comenta o atacante.
O TÍTULO
O Celeste se sagrou campeão em cima do Água Verde. A
primeira de duas partidas na grande decisão aconteceu na Vila, onde os donos da
casa saíram atrás do placar. Mas, um dos integrantes do ‘trio remanescente’,
saiu do banco para empatar no fim.
Kuka foi o herói daquele jogo: “o técnico Marafon me chamou,
eu entrei na partida e tive a oportunidade de fazer o gol de empate aos
quarenta minutos do segundo tempo, o que nos deixou vivos para a volta”, disse
ele.
Na segunda partida, vitória do Celeste por 0x1 em Moreninha
com gol de Tigrinho e título para encerrar o jejum.
PASSADO/PRESENTE
Se há mais de 20 anos eles eram apenas garotos, hoje entram
no grupo dos experientes do elenco. Quis o destino - e a bela campanha feita
pelo Celeste - que em 2023 o trio campeão voltasse a estar junto disputando uma
final de Amador.
Para Kuka, estar vivendo isso é motivo de orgulho: “Hoje
após 22 anos estou de volta à mais uma final com o Celeste, podendo erguer mais
uma taça pela comunidade onde sempre morei, sempre ajudei de todas as formas
possíveis, como jogador e como dirigente. É com muito orgulho que faço parte
mais uma vez dessa equipe de amigos, de guerreiros, o nosso time não era nem
cotado a se classificar para as semifinais mas nós jogadores sabíamos o que
queríamos e sempre acreditamos em nosso elenco, em nossos jogadores, na nossa
imensa torcida que é simplesmente maravilhosa. Espero que sejamos campeões por
tudo o que fizemos até aqui, é emocionante estar na final novamente”.
Juca também sempre foi de Vila Celeste e para ele, o
sentimento de defender o clube de coração é único: “me sinto orgulhoso de estar
em mais uma decisão. Nasci na Vila Celeste e cresci com muitos dos jogadores
com quem divido o vestiário hoje, é emocionante. Esse time de 2023 se assemelha
muito ao nosso de 2001, mesclando experiência e juventude. Nossa união começa
na reza antes de cada jogo, com determinação, garra e vontade, isso conta
muito. Independente do resultado, somos campeões por toda a dedicação da
diretoria, do nosso atleta Renan Grasseli que puxou a frente na hora de montar
a equipe desta temporada, além de ser um jogador exemplar e um dos melhores que
temos.”
Caio exaltou a torcida do Celeste, e afirma que o clube
chega à decisão com muito desejo de ser campeão: “após o Amador em 2001, também
vencemos o Varzeano em 2006, desde então não conquistamos mais nada com a
equipe titular. Claro que em muitas oportunidades, o Celeste não participou de
alguns campeonatos, mas em resumo, foram apenas dois títulos nos últimos 22
anos. Perdemos também nesse periodo algumas finais, o que aumenta ainda mais o
desejo de sermos campeões neste ano. O Real tem um grande time e respeitamos
isso, tem seus méritos de chegar à final com jogadores que seriam titulares em
qualquer clube da região. Mas queremos dar esse troféu para a nossa torcida,
que é apaixonada e merece todas as alegrias.”
Caio ainda agradeceu aos que ajudaram a equipe com recursos
financeiros: “somos de uma comunidade humilde, montamos um time no intuito de
promover o esporte na comunidade, os recursos financeiros eram pequenos e
somente foi possível dar continuidade no projeto com ajuda de vários
patrocinadores, gostaria aqui em nome da equipe, de agradecê-los publicamente
pela força.”
FINAIS
Os dois jogos da decisão serão ainda em setembro. O
primeiro, em São Roque, acontece no dia 17 e o segundo, na Vila, dia 24, ambos
às 15h15.
FINAL - Ida
17/09 - Domingo - Estádio Municipal São Roque
15h15: Real x Celeste
FINAL – Volta
24/09 - Domingo - Estádio Municipal de Vila Celeste
15h15: Celeste x Real
Com Inf/foto: SH Esportes
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