Sanepar contrata mergulhadores para inspecionar tubulação no Rio Paraná e Lago de Itaipu em Santa Helena e região
- 25/03/2024
Mergulhadores, contratados pela Companhia de Saneamento do
Paraná (Sanepar), iniciaram a vistoria das tubulações submersas localizadas no
Lago de Itaipu e no Rio Paraná em Foz do Iguaçu, Santa Terezinha de Itaipu e
Santa Helena. As vistorias abrangem as tubulações de captação de água e os
emissários de esgoto tratado.
“É um trabalho preventivo para garantir a integridade das
instalações com o menor impacto no rio. Optamos por fazer este trabalho em
março para lembrar que preservar a qualidade dos rios deve ser um trabalho
constante e deve contribuir para o uso compartilhado das águas”, afirma a
gerente regional da Sanepar Polyana Varlett.
A vistoria tem a finalidade de identificar a condição da
tubulação que é ancorada por blocos de concreto e cabos de aço que estão
submersos. O Rio Paraná e o Lago de Itaipu têm movimentação intensa de barcos
de pesca, lazer e turismo e o objetivo é evitar risco de acidentes caso as
tubulações se desprendam. Os mergulhadores chegam a descer a 17 metros de
profundidade.
A velocidade da água, dos ventos e intercorrências como
secas e enchentes afetam a vida útil do material, por isso é importante a
verificação periódica. O trabalho consiste na vistoria visual e tátil, além da
captação de imagens que serão analisadas por técnicos e engenheiros que irão
definir se há necessidade de reparos ou substituições.
A captação flutuante do Lago de Itaipu na região de Foz do
Iguaçu iniciou a operação em 2015 e é composta por três conjuntos de motobombas
e uma plataforma flutuante com 96 metros quadrados. Localizada a uma distância
de 250 metros da margem do lago, as bombas e parte da estrutura metálica são
conectadas por tubos submersos às bombas instaladas no píer que interliga com a
unidade de tratamento. As captações de água de Santa Terezinha de Itaipu e
Santa Helena estão em operação há mais de 20 anos.
Os emissários submersos de esgoto tratado, em Foz do Iguaçu,
foram instalados há cerca de 15 anos e têm entre 100 e 300 metros lineares,
dependendo da localização e do nível do Rio Paraná.
Assessoria
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