Em três dias, Paraguai extradita o segundo brasileiro por narcotráfico

  • 23/11/2018

O ministro do Interior do Paraguai, Juan Ernesto Villamayor, confirmou  ontem a extradição  de Rovilho Alekis Barboza, conhecido como Bilão, integrante do PCC (Primeiro Comando da Capital). Segundo as autoridades paraguaias, ele foi condenado no Brasil a 40 anos de detenção por narcotráfico.

O ministro disse que Bilão é um dos líderes do PCC. Villamayor acrescentou , que o governo paraguaio pretende acelerar todos os processos de extradição no país.

Bilão deixou a prisão de Tacumbú em uma aeronave da Força Aérea Paraguaia com destino a Hernandarias.

Ele foi extraditado três dias depois de Marcelo Pinheiro, o Marcelo Piloto, apontado como um dos líderes do PCC, denunciado por homicídios, tráfico internacional de drogas e armas, além de falsidade ideológica.

O brasileiro foi preso em 30 de abril, durante uma operação realizada no edifício Parque del Lago, em Ciudad del Este.

A extradição foi determinada pela Presidência da República, em decisão que visa a remover criminosos do território paraguaio.

Agência Brasil

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