Campanha Faça Bonito chama a atenção para combate ao abuso e exploração sexual em Santa Helena (vídeo)

  • 17/05/2022

A Administração Municipal de Santa Helena, com coordenação da Secretaria de Assistência Social, secretarias municipais, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - Cmdca e Conselho Tutelar trabalha a Campanha Faça Bonito. A iniciativa tem a parceria das demais secretarias municipais, Associação Comercial e Empresarial de Santa Helena (Acisa), Rotary International, Lions Clubs International e Maçonaria. A campanha é alusiva a data de 18 de maio - Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

A campanha tem como objetivo informar, sensibilizar e alertar a sociedade para também abraçar a causa e participar da luta em defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

Cenário Municipal 

Em Santa Helena, por exemplo, são diversos atendimentos prestados. Nos últimos cinco anos foram registrados 106 casos de abuso sexual infantil, segundo a secretária de Assistência Social, Shirla Patrícia Weber Sterchile.

Como combater o abuso sexual de crianças e adolescentes

De acordo com a psicóloga Thaisa Schneiker, o abuso é combatido por meio da divulgação de informações tanto para os pais, professores e crianças para que elas compreendam quando está ocorrendo o abuso e comuniquem seus pais e resposáveis.

Acolhimento

Após a suspeita do abuso, o caso é encaminhado para o CREAS por meio do Ministério Público, do Conselho Tutelar ou da Delegacia de Polícia Civil, onde a família e a vítima são acolhidas. São realizados encaminhamentos para psicoterapia, onde a família e a vítima realizarão tratamentos para tratar um possível trauma gerado pelo abuso.

Os impactos psicológicos das crianças e adolescentes no médio e no longo prazo

Uma violência como o abuso sexual deixa graves marcas na saúde mental de suas vítimas. Os impactos imediatos que podem ocorrer são mudanças comportamentais, comportamentos sexualizados, a criança passa a ser agressiva ou evita o contato com os pais, amigos, comportamentos de aversão ao toque. Situações que não ocorriam antes de sofrer o abuso.

A longo prazo, na adolescência, a vítima pode vir a ser aversiva a relações interpessoais, ou até mesmo ter comportamentos mais sexualizados na vida adulta.

Os pais ou responsáveis devem ficar atentos aos sinais de mudanças bruscas de comportamentos das crianças e adolescentes, como comportamentos mais sexualizados, agressividade, lesões no corpo e machucados nas partes íntimas. Em casos de suspeita de abuso, os responsáveis devem acionar as forças de segurança para que assim sejam tomadas as medidas cabíveis. 

Com Inf: Xeretando

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